quarta-feira, 29 de junho de 2011

Fizemos este blog com o intuitu de divertir informar e educar, ajudando pais e professores ^^'

Vamos Pintar

O corvo





Era uma vez um corvo.
Preto e luzidio como todos o são, este corvo sentia-se fadado para grandes voos.
Mas que voos?
Assim vestido, como se usasse casaca, podia ser músico. Aí estava uma profissão bonita. Atrairia os olhares das plateias e os aplausos do público, seria conhecido e gabado. Ele, o corvo violinista ou pianista ou violoncelista, com o nome destacado em todos os cartazes de concertos, pelo mundo fora, não era sensacional?
Mas, para que isso acontecesse, tinha primeiro de aprender música. Pois era. Aí é que estava o enfado. Aprender, estudar, ensaiar, em intermináveis sessões de trabalho, debruçado sobre pautas, repetindo, insistindo... Que enjoo!
Afinal, pensando bem, já não queria ser músico.
Mas podia ser ilusionista. Com todos os holofotes concentrados sobre ele, num círculo mágico de luz, o corvo brilharia. Tirava um lenço do bolso e transformava-o numa borboleta. Abria um baralho em leque e adivinhava, de olhos fechados, o valor de cada carta. Soprava um balão e desfazia-o em poalha de espuma. E palmas, muitas palmas sempre, ao fim de cada número.
Mas, para que isso acontecesse, tinha primeiro de exercitar minuciosamente cada truque, preparar-se muito bem, experimentar, adestrar-se. Que canseira!
Afinal, pensando bem, já não queria ser ilusionista.
Mas podia ser juiz. A presidir ao tribunal, com toda a autoridade de quem decide, sendo respeitado e temido, concentraria sobre ele a admiração de todos.
Mas, para que isso acontecesse, tinha primeiro de ler os códigos, tinha de passar longas noites a consultar calhamaços, a avaliar os processos, a tirar apontamentos, a escrever pareceres, a decorar leis. Que aborrecimento!
Afinal, pensando bem, já não queria ser juiz.
O corvo via-se ao espelho e imaginava para a sua bela plumagem, para o requinte dos seus gestos, para a elegância da sua pose, os mais distintos atributos profissionais.
Apetecia-lhe ser pregador, professor catedrático, diplomata, presidente da república, eu sei lá que mais, embora houvesse sempre uns preparos a cumprir, uns estudos a fazer, que antecipadamente o agoniavam.
Em qualquer dos casos, sobre o preto brilhante das penas, a fieira de condecorações em destaque provaria que ele era um corvo distinto, diferente, especial, um corvo lançado em altos voos.
Pois sim, mas... Há sempre um ?mas" arreliador, ao cabo destas histórias.
Alguém lhe lançou uma rede, enquanto ele se aturdia, no meio dos seus sonhos. Alguém o meteu num saco. Alguém o levou a uma feira. Alguém o expôs de pernas para o ar, presas com um atilho. Alguém o vendeu por pouco dinheiro.
- Quer que lhe corte as asas? - perguntou esse alguém ao comprador.
- É mais prudente. Assim já não pode fugir.
Umas tantas tesouradas riparam-lhe as penas mais compridas das asas. Para sempre.
O corvo trabalha agora num armazém de carvão. Faz de guarda. Usa uma corrente comprida presa à pata e grasna, a dar sinal, à presença de qualquer estranho.
Os corvos são muito bons nisso.


Alguns Joguinhos ^^'

Segue alguns joguinhos educaticos bem divertidos...




http://www.pumpkins.com.br/jogos.htm

Brincadeiras Juninas

As tradicionais festas juninas fazem parte da cultura brasileira, em meio ao mês frio de Junho comemoramos as festas da Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo.
Vamos conhecer algumas brincadeiras tipicas dessa festa( isso muda um pouco de região para região)

Pau de sebo
A brincadeira consiste em, abraçar o pau de sebo, tentar subir e alcançar o premio. Mais como o mastro foi revestido com cera, se torna escorregadio e dificil sua subida.



Correio Elegante

É um serviço de mensagens prestado durante a festa junina. Você escreve a mensagem e pede pra entregarem ao destinário. É uma otima oportunidade para paquerar ^^'.



Casamento Caipira

Personagens
01 Padre
01 Pai da Noiva
01 Noivo
01 Noiva
01 Ex-namorado
Convidados
Cena
O Padre espera no altar.
O pai da noiva entra com uma garrucha apontada para as costas do noivo
Dialogo:
Pai
– Vamos cabra safada
– Pensou que ia escapa dessa?
Senhor Vigário
– Aqui tá o noivo
– Faz logo esse casório. Senão prego fogo!
Noivo
– Ai, meu nosso Senhor, dessa eu não escapo!
Padre
– Que entre a noiva.
– Seja o que o senhor quiser.
Entra a noiva.
Todos gritam: Viva os noivos!
A noiva com cara de quem apronta todas, entra toda sorridente.
Começa o casório
O vigário pergunta:
– Seu Felisberto Cornélio Filho
– É de gosto casar com Dona Puritana das Virgens Solta?
O noivo assustado não responde logo.
O Pai aponta a espingarda e diz:
– Fala cabra safado, na hora de cair no mato com a minha filha não teve medo.
– Agora casa ou morre.
Noivo
– Sim, Senhor Vigário não tem jeito não é?
– Eu caso.
Padre
– Dona Puritana das Virgens Solta.
– É de gosto casar com seu Felisberto Cornélio Filho?
Noiva
– Claro seu Vigário.
Escorreguei na primeira.
Escorreguei na segunda.
Mas este não me escapa não.
Eu caso sim.
O Padre Pergunta:
Alguém sabe alguma coisa contra este casamento?
Um dos escorregos responde:
– Eu sei seu vigário.
Padre
– Então diga homem.
O Pai aponta a espingarda pra ele, que fica com medo
diz:
Etá casamentão pai dégua sô!


Corrida de Saco

Material: Sacos de serapilheira ou plástico grosso em número igual ao número de participantes

Como se joga: Estabelece-se o percurso no chão com uma linha de partida e uma de chegada. Todos os concorrentes colocam-se atrás da linha de partida. Ao sinal de partida, cada um entra para dentro do saco, segurando-o com ambas com as mãos e deslocam-se em direcção á meta. Ganha quem chegar primeiro.